Certificado digital A1 e A3 são aceitos pela Juntas Comerciais: entenda!

Para ajudar as pessoas que desejam abrir o próprio negócio, as juntas comerciais precisaram se modernizar e atualizar alguns processos. Com isso, o Governo Federal autorizou a certificação digital para a abertura de empresas. 

Inicialmente, a exigência mínima era o certificado digital A3. Contudo, em 2019, após Instrução Normativa nº 57, publicada no Diário Oficial da União, as juntas comerciais passaram a aceitar todos os tipos dessas certificações.

Isto é, certificados digitais com armazenamento no computador, em cartões inteligentes, token e, uma solução ainda mais moderna, na nuvem, chamado remote ID. 

Todos esses certificados podem ser usados para assinar os atos perante as juntas comerciais da maneira mais simplificada, segura e ágil possível. Com isso, não é mais necessário optar pela certificação com base na sua função da aplicação. 

Os empresários podem escolher o certificado digital que melhor se adequa à sua rotina, necessidades e preferências. Todos esses modelos de certificações contam com pontos positivos e negativos.

Para ajudar os empreendedores que não sabem qual certificado digital escolher, vamos explicar como cada opção funciona e os benefícios de cada uma delas. Assim, as pessoas terão informações suficientes em mãos para tomar a decisão mais assertiva.

Afinal, os certificados digitais são investimentos para o empreendimento. Acompanhe!

Certificado digital A1 e A3: quais as diferenças?

Para ajudar os empreendedores ou pessoas que desejam ter o próprio negócio, o Governo Federal determinou que ambos os modelos A1 e A3 agora podem ser aceitos pelas juntas comerciais de todo o país, no caso de aberturas de empresas. 

Essa decisão foi tomada porque esses dois modelos de certificados digitais são seguros e cumprem o mesmo papel de identificar o titular e tornar processos menos onerosos. 

Desde que sejam certificados digitais emitidos por entidade credenciada pela ICP-Brasil, todos os modelos são vantajosos. A única diferença entre eles é o modo como eles são armazenados.

Essas certificações digitais são documentos eletrônicos que contém dados sobre a pessoa física ou jurídica que o utiliza. Eles servem como identidades virtuais que conferem validade jurídica às operações realizadas pela internet.

Elas garantem agilidade e, principalmente, segurança para as transações digitais. O que é fundamental atualmente em que cada vez mais atividades são digitalizadas. 

Portanto, tanto o certificado digital A1 quanto o A3 servem para a mesma coisa, a diferença é o modo como eles são armazenados. A seguir, confira as principais características de cada um.

Certificado digital A1

O certificado digital A1 está entre os mais escolhidos entre os empreendedores. Essa opção conta com o nível 1 de segurança e é emitido diretamente no  computador do proprietário do certificado digital.

Essa certificação é armazenada no  navegador de internet do proprietário. A instalação é bem simples e rápida de fazer. 

Com o modelo A1, é possível acessar todas as informações com um login e senha, e pode ser usado por mais de uma opção ao mesmo tempo – em computadores diferentes.

Um ponto positivo desse certificado é que ele também pode ser usado em diversos dispositivos – como celulares, tablets e notebooks, pois estará no navegador. Ou seja, é uma opção mais prática e acessível.

Ainda proporciona maior mobilidade ao empresário por permitir que ele faça a realização de suas transações de onde estiver, na hora que desejar.  

Certificado digital A3

Já o certificado digital A3 é armazenado em uma mídia criptográfica portátil, como cartões inteligentes ou tokens. Por isso, é uma opção mais segura, a qual conta com o nível de segurança 3. 

Ele pode ser usado em qualquer computador, basta instalar os softwares necessários, ter a mídia em mãos e a senha de acessos. Além disso, caso a pessoa digite 3 vezes a sua senha errada,  a mídia será bloqueada – o que é uma forma de torná-la mais segura.

Caso aconteça, será preciso adquirir um novo certificado digital, o antigo será totalmente bloqueado. O token e o cartão, por outro lado, podem ser reaproveitados.

Contudo, é um modelo menos prático para o empreendedor, já que somente a pessoa que tiver com essa mídia criptográfica conseguirá acessar os dados e realizar as transações e apenas uma pessoa pode usar a certificação por vez.

Isso porque o token ou cartão deve estar conectado a ele para funcionar. Sempre que for preciso usar em outra plataforma, que não seja a do primeiro acesso, deve-se conectar a mídia e realizar a configuração novamente.

É uma opção vantajosa e segura, porém, é mais cara que a anterior e não é tão funcional.

Qual escolher e onde adquirir um certificado digital?

Para escolher o modelo ideal, primeiramente, o empreendedor precisa entender como é sua rotina e como este produto se encaixa em tudo isso. Avalie se você costuma acessar os dados de diferentes computadores ou se o certificado será usado sempre no mesmo equipamento, entre outros aspectos importantes.

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